sábado, 31 de agosto de 2013

Canção Nova dedica pagina ao Papa Francisco

A Comunidade Canção nova movida pelo empenho da evangelização e propagação do magistério da Igreja Católica fez em seu site uma pagina exclusiva dedicada especialmente ao cotidiano do Pontífice Papa Francisco. O objetivo é divulgar mensagens, frases, noticias, fotos, ensinamentos e tudo que for ligado ao Papa.

Click na Imagem e visite o site:


Fonte: Canção Nova

Papa nomeia novo Secretário de Estado do Vaticano

Cardeal Bertone deixará o cargo no próximo dia 15 de outubro
Da redação, com Boletim da Santa Sé
Dom Pietro Parolin

A Santa Sé divulgou neste sábado, 31, a decisão do Papa Francisco em aceitar, de acordo com o cân. 354 do Código de Direito Canônico, a renúncia do Cardeal Tarcisio Bertone, do cargo de Secretário de Estado do Vaticano.
Sucessivamente, o Santo Padre nomeou o Monsenhor Pietro Parolin, Núncio Apostólico da Venezuela, como o novo secretário de Estado. Ele tomará posse do cargo no próximo dia 15 de outubro. A pedido do Papa, o Cardeal Bertone permanecerá na função até esta data, com todas as responsabilidades do setor.
Segundo Boletim da Santa Sé, no mesmo dia 15, o Pontífice receberá em audiência superiores e oficiais da Secretaria de Estado, para agradecer publicamente o cardeal Tarcisio Bertone pelo “serviço fiel e generoso” à Santa Sé, e para a apresentação do novo Secretário de Estado.
Monsenhor Pietro Parolin
Entrou para o serviço diplomático da Santa Sé em 1º de julho de 1986, trabalhando nas representações pontifícias na Nigéria e no México, e na Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado.Monsenhor Pietro Parolin nasceu em Schiavon (Vicenza), em 17 de janeiro de 1955. Foi ordenado em 27 de abril de 1980, e incardinado na diocese de Vicenza.
Em 17 de agosto de 2009, foi nomeado Núncio Apostólico na Venezuela.

Signis Brasil e TVs Católicas analisam projeto em comum

Animar, unir e congregar os meios de comunicação católicos do país e a formação de comunicadores, para que vivenciem seu carisma em colaboração. Estes são os objetivos da Signis Brasil, uma associação católica de comunicação. Na última quarta-feira, 28, o vice-presidente da instituição, Padre César Moreira, reuniu-se com representantes de sete TVs católicas brasileiras e da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social (CNBB).


Segundo a presidente da Signis Brasil, Irmã Helena Corazza, a finalidade “é fortalecer a união das TVs Católicas em sua missão evangelizadora, cada uma com seus projetos. Mas as reuniões sempre tratam de projetos conjuntos realizados ou a realizar, onde, pelas TVs, se fortalece a visibilidade da Igreja”. Ainda durante o encontro de quarta-feira, foram avaliadas as transmissões televisivas da JMJ Rio2013.

“As emissoras católicas fizeram um trabalho muito importante e, somando esta união, foi um trabalho muito maior do que de algumas emissoras que apenas atuam no mercado”, sintetizou João Monteiro de Barros Neto, diretor da Rede Vida. Além disso, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral Para a Comunicação da CNBB e Arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, falou sobre o lançamento de um projeto de lei que pretende democratizar a comunicação no Brasil.

Para a Irmã Helena, a reunião foi bastante proveitosa em vários aspectos. “Crescemos muito no sentido do profissionalismo, da necessidade de colaboração. A experiência das transmissões da JMJ foi um momento de crescimento e de afirmação de todos”, analisa. Ela ainda comenta sobre alguns pontos de convergência, como o tema da radiodifusão e os meios católicos, que ainda devem ser estudados. “Olhando o horizonte, os representantes das TVs Católicas já estão vislumbrando projetos conjuntos e como trabalhar juntos em determinados produtos”, conclui.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Preferir o último lugar: Questão de autenticidade!



22º domingo do Tempo Comum
 
Evangelho (Lc 14, 1.7-14)

                “Numa ocasião em que entrou no sábado para comer na casa de um chefe de fariseus, eles o vigiavam. Observando como escolhiam os lugares de honra, disse aos convidados a seguinte parábola: - Quando alguém te convidar para um casamento, não ocupes o primeiro lugar; não aconteça que haja outro convidado mais importante que tu, e aquele que convidou os dois vá dizer-te para ceder o lugar ao outro. Então, envergonhado, terás de ocupar o último lugar. Assim, quando chegar que te convidou, te dirá: Amigo, sobe a um posto superior. E ficarás honrado na presença de todos os convidados. Pois, quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado.
                Disse a quem o havia convidado:
- Quando ofereceres um almoço ou jantar, não convides teus amigos ou irmãos ou parentes ou os vizinhos ricos; porque eles, por sua vez, te convidarão e ficarás pago. Quando deres um banquete, convida pobres, mutilados, coxos e cegos. Feliz de ti, porque não podem pagar-te; pois te pagarão quando ressuscitarem os justos.”
               
REFLETINDO...
                Nós vivemos num mundo, no qual só prevalece quem tem. Conforme a mentalidade mesquinha, desumana e hipócrita do mundo, os critérios que regulamentam e diagnosticam, valorizando o procedimento em alguém, distanciam em muito dos verdadeiros valores éticos e morais dos cidadãos e cidadãs.
                Aqui é válido salientar que, o homem é um ser marcado pela autotranscendência. O mundo se esquece disso. A autotranscendência é a possibilidade pela qual o homem supera sistematicamente a si mesmo, isto é, a tudo o que ele é em si, quer, pensa e realiza. Portanto, “importa afirmar a dignidade do homem por ele mesmo, e não por nenhum outro motivo ou razão. Unicamente por ele mesmo”, assim afirmou o Papa João Paulo II quando discursou na UNESCO.
                Assim sendo, ninguém igual ou mais do que Jesus, entendeu o que significa a dignidade humana. Pelo processo da encarnação, Jesus Cristo uniu-se a todos os homens.
                Lucas, no texto do Evangelho deste 22º domingo do Tempo Comum, mostra Jesus na casa de um fariseu que, num dia de sábado o convidou para uma refeição (v. 1). Por entre os costumes etiquetados, há sempre os que gostam de aparecer, ocupando os primeiros lugares, procurando dar na vista de todos.
                O evangelista trás para nossa reflexão duas preocupações colocadas por Jesus: a primeira: “Quando fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar... Ao contrário, quando fores convidado, vai sentar-se no último lugar”; e a segunda preocupação é: “Quando ofereceres um almoço ou jantar, não convides teus amigos... Pelo contrário, quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos!” De fato, os antigos mestres ensinavam assim: “Não te coloques no lugar dos grandes, pois é melhor ouvir: ´sobe mais´, ao invés de ser humilhado diante de um superior” (Pr 25,6-7).
                Por conseguinte, o que Jesus disse foi uma repetição do que diziam, porém, novo é sempre o conteúdo sobre aquilo que ele diz.
                O Evangelista Lucas, o amigo dos pobres, os mais pobres, realça a postura de Jesus, em relação a humildade e a opção clara e objetiva pelos pobres, que aliás, não é excludente. Eis porque, o Mestre pede aos seus discípulos para se colocarem voluntariamente no último lugar, onde os pobres são forçados a estar. 
                Ele detesta “distintivos”, títulos honoríficos e atitude de se buscar os primeiros lugares. A questão é que tudo isso destrói o valor que tem o espírito da humildade, dando lugar à presunção e à vaidade, realidade inimigas da autenticidade cristã.
                Mas por que Lucas relata este episódio? É que nas comunidades conhecidas por Lucas, há sérias e preocupantes situações à base da discórdia, da vaidade, da competição, do orgulho e da ambição vivenciadas, sobretudo, por aqueles que ocupavam alguns ministérios.
                Jesus não cessa de dizer: “Estou no meio de vós como quem serve”. Importante não é impor-se sobre os outros, mas ocupar o lugar de servidor. Lamentavelmente entendemos muito pouco ou não entendemos nada, quanto à preocupação de Jesus em querer dar início a um novo projeto de banquete, onde todos os deficientes sintam-se acolhidos e valorizados. Chega de indiferentismo! Precisamos nos envolver com ações que resgatem a dignidade dos irmãos com deficiência, inclusive, a de cunho social. “É preciso dar início a um novo tipo de banquete”. Atenção, não é só ao fariseu, a quem é dirigida a parábola, mas também a nós, os cristãos, evangelizadores, catequistas, missionários, ou seja, os que mais têm a responsabilidade diante de Deus, que, em nossos dias, na comunidade, estamos encarregados de articular o banquete do Reino de Deus.
                A conclusão, à qual chegamos é esta: quando amamos desinteressadamente, não nos faltará o maior de todos os ressarcimentos: experimentamos a felicidade dos céus. Aliás, Jesus promete aos que amam como ele: Será grande a vossa recompensa: “tornar-vos-ei filhos do Altíssimo” (Lc 6,35). O que queremos mais? 
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    
Para meditar:
1. Na minha condição de cristão, pareço-me com Jesus pobre, simples e humilde?
2. Os meus irmãos, os pobres, os sofridos e os marginalizados têm sido os preferidos na nossa ação pastoral?
                - “Não é aos pobres que cabe partilhar minha esperança: antes, é a mim que cabe partilhar a deles. Aprendi muito com aqueles a quem chamam de pobres e que, no entanto, são ricos do Espírito do Senhor” (Dom Helder).
                

Arquidiocese de Natal
Paróquia da Imaculada Conceição
NOVA CRUZ - RN
Pe. Francisco de Assis Inácio
- Pároco -

Dom Jaime é cidadão Nisiaflorestense



O Arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, é o mais novo Cidadão de Nísia Floresta, a partir de hoje, 29 de agosto de 2013. O título de Cidadão Nisiaflorestense foi entregue às 10h30 horas, em sessão Solene, na Câmara Municipal de Nísia Floresta. A comenda foi entregue pelo Presidente do Legislativo, vereador Jorge Januário. Ele e o vereador Eugênio Gondim foram os autores da proposta da comenda.

Discursando na ocasião, Dom Jaime agradeceu aos vereadores, lembrou os 180 anos de criação da paróquia de Nossa Senhora do Ó, de Nísia Floresta, e afirmou: “A história da cidade de Nísia Floresta e da Paróquia se confundem, pela importância histórica que têm para a Arquidiocese de Natal”. Ele lembrou a importância da mulher Nísia Floresta, que projetou a cidade e o Estado para o mundo. Citou, também, Yayá Paiva, e outras mulheres, pela vivência da fé cristã.

Dom Jaime também relembrou que Nísia Floresta foi o berço da Campanha da Fraternidade, que projetou a Igreja e a cidade para o Brasil e o Mundo, a partir das ações do Movimento de Natal. “Nísia Floresta também foi a primeira paróquia do mundo confiada a uma Comunidade de Religiosas, mesmo antes do Concílio Vaticano II”. Lembrou, ainda, as referências históricas da Igreja do Nordeste que, a partir de um encontro dos Bispos, sob a coordenação de Dom Hélder Câmara, levou o governo federal a baixar 26 decretos com políticas em favor do Nordeste. No final do discurso, disse que se sentia feliz pelo título, que lhe foi concedido pela relevância do contexto sócio-eclesial que o cargo confere.

Na sessão, também usaram da palavra os autores da proposta do título, Vereadores Eugênio Gondim, em primeiro lugar, e o presidente da Câmara, Jorge Januário, enaltecendo a figura do agraciado. No final, o vereador Eugênio Gondim fez um pedido a Dom Jaime: anexar aos cuidados da paróquia de Nísia Floresta as capelas São Francisco, Apóstolo São Paulo e Nossa Senhora da Assunção, hoje sob os cuidados pastorais da paróquia de Parnamirim. Dom Jaime recebeu o requerimento e disse que verá a proposta com os assessores e, só depois, tomará uma decisão.







Fonte: Arquidiocese de Natal

Monsenhor Armando celebra mais de meio século de paroquiato


O pároco de Nossa Senhora dos Prazeres, de Goianinha-RN, Mons. Armando Paiva, completará 84 anos no dia 6 de dezembro deste ano e 58 anos de ordenação sacerdotal, no dia 8 do mesmo mês. Outra data significativa na vida desse Padre octogenário é 5 de setembro, quando vai comemorar 55 anos de pároco de Goianinha. Poucos dias antes de comemorar mais de meio século à frente da Paróquia, o Monsenhor Armando reside na Casa Paroquial com uma de suas irmãs, Cícera Paiva. "Estou morando com ele há 25 anos", informa Cícera.

Depois de ordenado, em 1955, o primeiro trabalho como Padre foi substituir o Mons. Luiz Wanderley, na paróquia de Nossa Senhora das Graças e Santa Teresinha, no Tirol, em Natal. "Ali eu só passei um mês, substituindo o Mons. Wanderley, que estava de férias. Depois, Dom Marcolino Dantas me chamou e disse que eu ia para Nísia Floresta e Arez. Tomei posse no dia 3 de fevereiro de 1956", relembra o Mons. Armando.

Hoje, além da Matriz, a paróquia ainda tem mais de 40 capelas, que recebem a assistência do Monsenhor. Quando ainda estava com Arez, ele tomava conta de 54 Igrejas, envolvendo as duas sedes e as capelas.

Ser padre hoje

Para o Monsenhor Armando, é mais fácil ser padre nos dias de hoje, do que na época em que se ordenou. "É mais fácil, porque as paróquias são pequenas. No meu tempo, as paróquias eram grandes e havia poucos padres. Hoje, tudo é mais fácil: há mais estrutura, o povo é mais evoluído, mais educado e tem mais estudo", comenta.

Ele afirma que é um padre feliz e realizado e que muitas coisas boas aconteceram na vida, nesses 55 anos de vigário de Goianinha. Mons. Armando recorda que, na época em que foi para Goianinha, o poder público fazia pouca coisa. A Igreja é que trabalhava muito. "Dom Eugênio sabia de um problema que passei aqui e me ofereceu oportunidade para ir para outro lugar e até estudar fora do País. Mas eu disse que queria ficar aqui", recorda.

Segundo afirma, se sente realizado também como vigário. Em Goianinha, acompanhou várias gerações. "Eu me sinto realizado, como sacerdote. Problemas, tivemos muitos, mas superamos", afirma. Ele afirma que nunca pensou em ser outra coisa, que não fosse Padre. No começo, queria ser frade. Meu pai não deixou. E fui ser Padre", diz.

O desejo de Monsenhor Armando é permanecer como vigário até o fim da vida. "O Bispo me disse que vai mandar o Pe. Cláudio Carvalho para me ajudar. Mas eu comecei como vigário e quero terminar como vigário", diz. Nesses 55 anos de pároco de Goianinha, já fez mais de 60 mil batizados.

Nesse período, o Monsenhor Armando afirma que conseguiu encaminhar para o Seminário vários jovens, que depois se ordenaram Padres. Entre eles estão o Pe. Cláudio Carvalho, Pe. João Batista de Lima e outros.

Fonte: Arquidiocese de Natal

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Igreja e Governo debatem Projetos de Irrigação e da Barragem Oiticicas


Representantes da Igreja e do Governo se reuniram na tarde de segunda-feira
Foto: José Bezerra


A situação das famílias atingidas pela construção da barragem Oiticicas, no município de Jucurutu, na Região do Seridó, e pelo Projeto de Irrigação da Chapada do Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte, foi a pauta da audiência da Igreja com a Governadora Rosalba Ciarlini e assessores, na tarde de ontem, 26 de agosto, na Governadoria. Dom Jaime Vieira Rocha, Arcebispo de Natal; Pe. Flávio Augusto, que representou Dom Mariano Manzana, da Diocese de Mossoró; e Pe. Ivanoff Pereira, Administrador Diocesano da Diocese de Caicó, além do Diác. Francisco Teixeira, assessor Jurídico da Arquidiocese de Natal, expuseram à governadora e à equipe de assessores a preocupação com o desenvolvimento dos dois projetos.

“Não estamos contra a construção da Barragem. O que nos preocupa, por causa de outras experiências, é possíveis conflitos com os que serão atingidos pelas obras. Um processo que deveria ver a situação social e não olha para o povo, provoca desgastes que poderiam ser evitados se houvesse mais atenção por parte dos gestores”, disse Dom Jaime. Ele defendeu diálogo com as famílias atingidas pelos dois projetos e disposição para ouvir o que eles reivindicam. A governadora disse que tem a mesma preocupação. “Penso que poderemos levar as pessoas atingidas pela barragem para um lugar em que elas sejam beneficiadas com a obra”, disse Rosalba.

A Igreja entregou à governadora uma carta dos que representam a população atingida pela barragem, contendo as propostas e reivindicações. Entre as propostas, estão a discussão sobre o reassentamento, as dívidas dos agricultores da área, indenizações e diálogo. “Tanto em relação à barragem quanto em relação ao projeto da Chapada do Apodi, nossa preocupação é no sentido de que haja justiça para com as pessoas”, reforçou o Pe. Flávio Augusto, da Diocese de Mossoró.

A governadora assegurou que haverá diálogo e apresentou a equipe encarregada de gerir o Projeto da Barragem. A partir de dois de setembro, a empresa KL Engenharia, responsável pelo supervisionamento da obra, montará um escritório em Barra de Santana para iniciar o cadastro das famílias e das terras atingidas pela Barragem. No final, Dom Jaime apelou ao governo no sentido de aproveitar a organização popular que já existe para ouvir as diversas instâncias da população atingida.

No próximo dia 4 de setembro, os representantes da Igreja irão a Barra de Santana, comunidade de cerca de 700 famílias a ser coberta pelas águas da Barragem Oiticicas, e à Chapada do Apodi, onde será implantado o Projeto de Irrigação do DNOSC. O objetivo é manter contato com a população e assegurar que a Igreja está atenta para evitar injustiças na execução dos dois projetos.

Fonte: Arquidiocese de Natal

Paróquia apresenta os casais do 21º ECC



A paróquia da Imaculada Conceição, de Nova Cruz, apresentou aos paroquianos os casais que fizeram o 21º ECC - O Encontro de Casas com Cristo. A apresentação aconteceu no último domingo, dia 25, na Igreja Matriz, na missa das 19 horas. O ECC aconteceu no período de 16 a 18 de agosto, com mais de 30 casais. 


Paróquia de Nova Cruz comemora dia do Catequista


A missa dominical, na Igreja Matriz, foi em ação de graças por todos os catequistas que juntos comemoraram o dia dedicado a essas pessoas que se dedicam na evangelização das crianças. A missa foi presidida pelo Pe. Francisco de Assis. No final da celebração os catequistas receberam homenagens e brindes. 











terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pastoral da Criança orienta famílias sobre como cuidar melhor de um bebê


A Pastoral da Criança, em seu novo site, apresenta semanalmente esclarecimentos sobre a vida da gestante, do bebê e da criança. Questões como vacinação, leite materno e a primeira dose de antibiótico são exemplos de assuntos disponibilizados no portal da Pastoral, por meio de sugestões, entrevistas feitas com a finalidade de orientar e garantir mais saúde e qualidade de vida para a mãe e a criança. Trata-se também de um espaço de interação e troca de experiências.


Nesta semana, o tema em foco é o primeiro mês de vida de um bebê. Sobre este assunto, a enfermeira da Pastoral da Criança, Regina Reinaldin, explica a respeito do desenvolvimento e dos cuidados que se deve ter nos primeiros dias de vida de uma criança, dá dicas de como deve ser a alimentação, higiene, vacinação, por exemplo. “Os cuidados com o bebê no primeiro mês de vida são muito importantes. Infelizmente, metade das mortes de bebês, que ocorre no primeiro ano de vida, acontece no primeiro mês. Por isso, garantir os cuidados com a saúde, a alimentação, a higiene e a prevenção de doenças, ao lado do conforto e do carinho, com certeza ajuda muito a evitar tantas perdas”, afirma Regina.


Para ajudar nesta orientação, a Pastoral da Criança também produziu o programa Viva a Vida. Os áudios estão disponíveis no site para download. Informações: www. pastoraldacrianca.org.br

Fonte: CNBB

Diretório de Comunicação deve ser aprovado em março de 2014


Previsto para ser aprovado durante o Conselho Permanente da CNBB (CP), em março do próximo ano, o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil foi objeto de estudo e avaliação durante o 1º Encontro dos bispos referenciais e coordenadores regionais de comunicação, de 23 a 25 de agosto, em Brasília.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação e arcebispo de Campo Grande (MS), dom Dimas Lara Barbosa explicou que o texto recebeu as correções e ajustes solicitados na Assembleia Geral e foi enviado, no início deste mês, para os bispos do Brasil. De acordo com dom Dimas, o Conselho Permanente, que acontecerá em outubro deste ano, deverá estudar o Diretório e dará os encaminhamentos finais para a aprovação.

“Os participantes deste primeiro encontro de bispos e coordenadores regionais de comunicação deram uma importante contribuição para o nono capítulo do Diretório, que trata precisamente da Pastoral da Comunicação”, avaliou dom Dimas. Para o bispo, a presença desta liderança contribui para crescimento da atividade de comunicação nas dioceses e regionais, já que são eles os principais articuladores da Pascom.

O encontro foi coordenado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, com presença dos assessores da Comissão, Ir. Élide Fogolari e padre Clóvis Andrade de Melo. O tema central do evento foi “Cultura digital e evangelização” e contou com a assessoria do doutorando e professor, Moisés Sbardelotto (Unisinos).

Projeto Nacional
Na oportunidade, uma equipe ficou designada para a reelaboração do Projeto Nacional da PasCom à luz do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que após aprovação pela coordenação nacional servirá como base para os projetos regionais, diocesanos e paroquiais da Pastoral da Comunicação. Sobre a Rede de Informática na Igreja do Brasil (RIIBRA), padre Clóvis apresentou a proposta do projeto, expondo os desafios e esforços que a CNBB tem investido para concretizar esta iniciativa da Igreja em rede e na rede, a partir a utilização das tecnologias e mídias digitais.

A participação dos bispos referencias da comunicação nos regionais no encontro reforçou o empenho da Igreja na atividade da PasCom. São eles: dom Sérgio Eduardo Castriani, de Manaus (AM); dom Carlos Verzeletti, de Castanhal (PA), dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, de Fortaleza (CE), dom Itamar Viana, de Feira de Santana (BA), dom Plínio José Luz da Silva, de Picos (PI), dom José Moreira de Melo, de Itapeva (SP) e dom Frei João Wilk, de Anápolis (GO).IMG 8640

“Foi um momento histórico. Se esse encontro não tivesse acontecido nós teríamos uma falha muito grande no Diretório de Comunicação. A contribuição que os bispos, padres, religiosas e leigos trouxeram a partir de suas experiências é indescritível”, revela Ir. Élide. A assessora da Comissão para a Comunicação da CNBB destacou, ainda, que a “unidade do grupo tem sido imprescindível para continuar com o trabalho consistente da Comunicação da Igreja no Brasil”.

O 4º Encontro Nacional da PasCom previsto para período de 24 a 27 julho de 2014 também foi assunto em pauta. Foram dados os encaminhamentos necessários para as motivações e organização da participação dos regionais e dioceses.

Fonte: CNBB


Planalto prepara Festa da Mãe Peregrina




A Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz está preparando a quinta festa em homenagem a Mãe Peregrina, padroeira do bairro Planalto. Em reunião realizada na última segunda-feira, 26 de agosto, foi definido o período da festa que acontecerá de 15 a 18 de outubro, e também a comissão organizadora da festa composto por Josias Oliveira, Paulo Pereira, Gilza, e o casal José Humberto e Simone Freire.

Durante o período festivo será realizado missas, seguido de quermesse com funcionamento de barracas e atração musical. A reunião contou com a participação do Pároco, Pe, Francisco de Assis e das religiosas Irmã Maria Aparecida e Maria Gilvanete, ambas da Congregação Filhas do Amor Divino. 






Paróquia de Nova Cruz realizou manhã de espirtualidade


No último sábado, 24, a Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz, reuniu os membros do Conselho Pastoral Paroquial, para um momento de espiritualidade no Centro Pastoral do Catolé. Na ocasião o Pe. Pedro da Cunha fez a pregação através da leitura bíblica e em seguido dirigiu os participantes para momento de meditação individual. Pe. Assis, falou sobre outros assuntos da paróquia, entre esses a prestação de contas das atividades e investimentos realizados na paróquia de dezembro/2012 a agosto/2013. Participaram do encontro coordenadores e membros das pastorais, movimentos, serviços, animadores e responsáveis pelas comunidades, além das religiosas Filhas do Amor Divino e Franciscana Nossa Senhora do Bom Conselho. 




















domingo, 25 de agosto de 2013

A Alternativa de salvação: “passar pela porta estreita”

21º Domingo do Tempo Comum
ü Evangelho (Lc 13,22-30)
     
             Quanto ao projeto missionário do querido Irmão Jesus, ele se dirige a qualquer um e às comunidades, da mesma forma como enviara os seus discípulos missionários. E mais, objetivo, conteúdo e método repassados pelo seu ensinamento são sempre justificados na compreensão do significado do caminho verso a Jerusalém. Passo a passo, o sentido da vida vai encontrando sua razão de ser nos seguidores e seguidoras de Jesus.

a. Qual a proposta da salvação: Despertar curiosidade, apenas, ou provocar compromisso?
             Sob uma pergunta curiosa: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”, Jesus aproveita para tratar da temática a respeito da possibilidade da redenção, ao invés de se deter a uma pergunta formulada de maneira um tanto quanto embaraçada. Por isso mesmo, muda de assunto: a sua preocupação não é com o fim do mundo, muito menos com o número dos que vãos e salvar, mas esclarecer o que se deve fazer para entrar no Reino de Deus.
             Qual é a condição proposta por Jesus? “Procurai entrar pela porta estreita, porque, digo-vos, muitos procurarão entrar e não o conseguirão” (v. 24). Que sentido tem a expressão: “entrar pela porta estreita”? Conforme o Mestre, o sentido é este aqui; o cristão para ser verdadeiramente discípulo missionário seu, precisa ser pequeno, humilde, simples, misericordioso para com qualquer um, isto é, servidor de todos e de todas. Portanto, esta é a condição para alguém entrar no Reino dos céus.

b. Através de uma parábola, a explicação do Mestre
             Para tornar a explicação mais clara, Jesus conta a parábola da porta fechada (vv. 25-28). Trata-se de um banquete, diante do qual muitos se aglomeram, tentando entrar. Porém, o acesso está fechado. Alguns dizem assim: “Senhor, abre a porta para nós”. Mas a resposta surpreende, porque é negativa: “Não sei de onde vocês são; afastem-se de mim, vocês todos que praticam injustiças” (v. 27). Poderemos tentar de tudo, por maiores que sejam nossas intenções e práticas pastorais, espirituais, termos a melhor das intenções da vida, porém se não houver a presença pertinente da prática da justiça, tudo não passará da sensação de perda de tempo: “Não sei de onde vocês são; afastem-se de mim!”.
             Mas então, em se tratando de porta fechada, qual seria a chave ideal para abri-la? A possibilidade está por entre a compreensão a respeito do caminho de Jerusalém. Aliás, como foi difícil para os discípulos compreenderem o que Jesus queria dizer sobre a sua ida até Jerusalém. Ou seja, a alternativa para compreender tudo, aceitando a proposta do Mestre, não é outra, mas sim viver o princípio da solidariedade em relação aos próximos pobres, sofredores, marginalizados, “massas sobrantes” da vida, com os mesmos sentimentos do próprio Filho de Deus.
             É partindo desta reflexão que se pode compreender a exortação do Papa Pio XI, quando ele trata do compromisso político e social dos cristãos no mundo, a sua prática elevada da caridade, sem se esquecerem da presença da cruz, porque ela faz amadurecer as condições de paz e justiça que serão totais e perfeitos somente no Reino de Deus. Ninguém pode furtar-se a este compromisso, sob pena de ser considerado fora do banquete da vida nova, do banquete do Reino.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       
             Dito isto, tenhamos o cuidado necessário com o nosso orgulho, a nossa arrogância, o nosso modo de pensar, para não acontecer que a porta se feche para nós. Que tal, abrirmos a porta do nosso coração para acolher o Evangelho – Boa Nova de Salvação? E mais: Não esqueçamos da importância que tem a prática da simplicidade, abertura de vida, solidariedade para com os nossos semelhantes, condições estas, para entrarmos pela “porta estreita”. Que assim seja!                                                                                                                    
                                                                                                                                                                                                                                    


PARÓQUIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
NOVA CRUZ – RN

Pe. Francisco de Assis Inácio
- Pároco -